Realizamos, em 5 e 6 de agosto, em Canaã dos Carajás, a quinta edição do Congresso Técnico do Simineral — e a maior já registrada em número de participantes. Mais de 250 pessoas, entre lideranças da indústria mineral, poder público, academia e sociedade civil, se reuniram sob o tema “Mineração e Amazônia: competitividade, responsabilidade e legado” para debater os principais desafios e oportunidades da nossa atividade na região.
Levar o Congresso ao coração do polo minerador paraense não foi acaso. É ali, no território onde a mineração efetivamente acontece, que as decisões estratégicas do setor precisam dialogar com as lideranças locais e com o poder público municipal. Esse diálogo direto qualifica e legitima os debates que promovemos.
Ao longo dos dois dias, discutimos temas centrais para o futuro do setor: como transformar riqueza mineral em legado duradouro para os municípios mineradores; como fortalecer a cadeia do ouro responsável e combater a ilegalidade; como avançar em segurança jurídica e licenciamento sem abrir mão do rigor técnico; e qual é a posição do Pará na nova geopolítica dos minerais críticos e estratégicos para a transição energética.
Tivemos ainda a honra de receber o jornalista Lourival Sant’Anna, que trouxe uma leitura internacional sobre as transformações geopolíticas em curso, e apresentamos os primeiros resultados da Carta Santarém — nosso compromisso coletivo com a governança ESG da mineração amazônica.
Este recorde de participação confirma que o Congresso Técnico deixou de ser apenas um encontro para se tornar uma instância permanente de articulação entre empresas, poder público e instituições do setor. É essa institucionalidade que sustenta a credibilidade da mineração paraense perante o mercado e os órgãos reguladores.
Nesta edição do Simineral ON, você confere os principais destaques do Congresso, os resultados do Workshop de Comunicação que o antecedeu, o panorama econômico do setor no primeiro semestre de 2026 e as novidades institucionais
do Simineral.
Boa leitura!
Anderson Baranov
Presidente do Conselho
Diretor do Simineral
Encontro em Canaã dos Carajás debateu desenvolvimento regional,sustentabilidade e o papel estratégico do Pará na transição energética.
O V Congresso Técnico do Simineral reuniu, em 5 e 6 de agosto, em Canaã dos Carajás, mais de 250 participantes entre representantes da indústria mineral, autoridades públicas, especialistas e lideranças empresariais, consolidandose como o maior evento do gênero já realizado na região. A programação teve como tema central “Mineração e Amazônia: Competitividade, Responsabilidade e Legado” e discutiu os principais desafios e oportunidades da mineração amazônica.
A abertura institucional contou com a presença da prefeita de Canaã dos Carajás, Josemira Gadelha, além do presidente do Conselho Diretor do Simineral, Anderson Baranov; do secretário adjunto de Regularidade Ambiental da Semas, Rodolpho Zahluth; do presidente da Fiepa, Alex Dias Carvalho; e do secretário de Estado da Fazenda, René de Oliveira e Souza Júnior. Os representantes destacaram a importância da cooperação entre poder público, setor produtivo e instituições parceiras para o desenvolvimento sustentável da atividade mineral no estado. Um dos destaques da programação foi a palestra do jornalista e analista internacional da CNN Brasil, Lourival Sant’Anna, que apresentou uma análise sobre as transformações do cenário geopolítico global e seus impactos para o Brasil, a Amazônia e o setor mineral.
Governo do Estado, empresas associadas ao Simineral, IBRAM e outras instituições, promovendo um ambiente de diálogo qualificado sobre inovação, sustentabilidade, governança e desenvolvimento regional.
Ao longo do dia, especialistas debateram temas estratégicos para o desenvolvimento da atividade mineral, como a transformação da riqueza mineral em legado econômico e social para os municípios, o fortalecimento da cadeia do ouro responsável, os avanços necessários no licenciamento ambiental e na segurança jurídica para ampliar a competitividade do setor, além do papel do Pará na geopolítica dos minerais críticos e estratégicos voltados à transição energética. Os painéis reuniram representantes do Governo do Estado, empresas associadas ao Simineral, IBRAM e outras instituições, promovendo um ambiente de diálogo qualificado sobre inovação, sustentabilidade, governança e desenvolvimento regional.
“Este é o V Congresso Técnico do Simineral com o maior número de participantes já registrado, e esse recorde confirma que o evento deixou de ser apenas um encontro técnico para se tornar um espaço permanente de articulação entre empresas, poder público e instituições do setor, no qual acompanhamos, ano a ano, os avanços da mineração paraense. É essa institucionalidade que sustenta a credibilidade do setor perante o mercado e os órgãos reguladores.”
- Emerson Rocha, presidente executivo do Simineral
“Levar o congresso ao principal polo minerador do estado reforça o compromisso da entidade de aproximar as decisões estratégicas do setor dos territórios onde a atividade mineral efetivamente se desenvolve. É esse diálogo direto com as lideranças e o poder público local que qualifica e legitima os debates que promovemos.
- Anderson Baranov, presidente do Conselho Diretor do Simineral
Ao reunir diferentes atores da cadeia mineral em um ambiente de diálogo e troca de experiências, o V Congresso Técnico do Simineral reforçou o compromisso da entidade com a promoção de debates estratégicos que contribuam para o fortalecimento de uma mineração cada vez mais responsável, competitiva e alinhada ao desenvolvimento sustentável da Amazônia.
O evento é uma realização do Sindicato das Indústrias Minerais do Estado do Pará (Simineral) e contou com o patrocínio de Alcoa, Vale, Bemisa, Hydro, Belo Sun, MRN, Ero Copper, CoreX, G Mining Ventures e Artemyn, além do apoio institucional do IBRAM, Sistema FIEPA, Sedeme e Semas.
250+
participantes
24
palestrantes e
convidados
10
empresas
patrocinadoras
75%
avaliaram o evento
como Excelente
4
painéis
técnicos
77+
instituições
representadas
100%
recomendariam
o Congresso
4
apoiadores
institucionais
Fonte: Simineral — Relatório de Evento V Congresso Técnico Simineral, agosto de 2026.
Ao longo do primeiro dia do Congresso, quatro painéis reuniram
representantes do poder público, do setor privado, da academia e do terceiro
setor para debater os principais desafios da mineração paraense.

PAINEL 1 • 10H40–12H00
Mineração e Desenvolvimento Local: como transformar riqueza mineral em legado econômico e social duradouro
O painel debateu como a atividade mineral pode contribuir para o desenvolvimento econômico sustentável dos territórios, fortalecendo a gestão dos recursos da CFEM, a diversificação produtiva, a qualificação profissional e a construção de oportunidades de longo prazo para os municípios mineradores.
Painelistas: Josemira Gadelha (Prefeita de Canaã dos Carajás), Eloíso Araújo (Vale), Nadilson Portilho (MP-PA), Alex Dias Carvalho (FIEPA) e René Sousa Júnior (SEFA). Moderação: Ana Carolina Alves, vice-presidente do Conselho Diretor do Simineral.

PAINEL 2 • 13H00–14H30
Ouro Responsável: combate à ilegalidade, rastreabilidade e fortalecimento de uma cadeia sustentável
O ouro paraense ocupa posição estratégica no mercado internacional e enfrenta crescente demanda por mecanismos de rastreabilidade e comprovação de origem. O painel discutiu caminhos para fortalecer a produção formal, ampliar a competitividade e consolidar padrões de governança alinhados às exigências dos mercados globais.
Painelistas: Eduardo Leão (G-Mining), Larissa Rodrigues (Instituto Escolhas), Wladimir Herminio de Almeida (Perito Criminal Federal — Programa Ouro Alvo), Rodolpho Zahluth (SEMAS) e Julevânia Alves Olegário (MME). Moderação: Rafael Benke, CEO da Proactiva.

PAINEL 3 • 14H30–16H00
Licenciamento, Segurança Jurídica e Competitividade: como avançar com investimentos responsáveis na Amazônia
O painel discutiu os desafios relacionados ao ambiente regulatório, à previsibilidade institucional e à financiabilidade dos projetos minerais, identificando oportunidades para fortalecer a competitividade da mineração brasileira e ampliar a atração de investimentos responsáveis.
Painelistas: Marcelo Moreno (SEMAS), Daniel Medeiros (Vale), Aldo Lenzi (ERO Copper) e Frederico Baião (CoreX). Moderação: Emerson Rocha, presidente executivo do Simineral.

PAINEL 4 • 16H10–17H30
Minerais Críticos e Estratégicos: a posição do Pará na nova geopolítica da transição energética
A crescente disputa global por minerais críticos transformou esses recursos em ativos estratégicos para governos e empresas. O painel analisou como o Pará pode fortalecer sua posição competitiva, atrair investimentos e ampliar sua participação nas cadeias globais de valor associadas à transição energética.
Painelistas: Uilliam Lima (Ministério de Minas e Energia), Aline Nunes (IBRAM), Eduardo Figueiredo (Hydro) e Laura Queiroz (Consulado Britânico). Moderação: Anderson Baranov, presidente do Conselho Diretor do Simineral.
Pesquisa de satisfação: o painel Minerais Críticos e Estratégicos foi apontado como o mais relevante pelos participantes (33,3%), seguido por Licenciamento e Segurança Jurídica (25%) e Mineração e Desenvolvimento Local (16,7%).

Segundo dia: visita técnica às operações da Vale e da CoreX
No dia seguinte ao Congresso, 6 de agosto, os participantes foram recebidos em visitas técnicas às operações da Vale e da CoreX. Ao longo do período da manhã até o início da tarde, os grupos conheceram as plantas industriais, o circuito de visitação e os protocolos de integração de segurança de cada operação, uma oportunidade de aproximar, na prática, os debates do Congresso da realidade operacional da mineração no principal polo minerador do estado.
Evento reuniu comunicadores para discutir IA no jornalismo, valorizar a comunicação amazônica e incentivar a participação no 13º Prêmio Simineral.
O Sindicato das Indústrias Minerais do Estado do Pará (Simineral) realizou, em 4 de agosto, em Canaã dos Carajás, uma edição do Workshop de Comunicação Simineral, reunindo jornalistas, influenciadores digitais e profissionais da área para discutir os desafios e as transformações da comunicação contemporânea. A iniciativa integrou a programação institucional do V Congresso Técnico do Simineral e promoveu um espaço de troca de experiências sobre inovação, comunicação estratégica e transformação digital
Na abertura do evento, o presidente executivo do Simineral, Emerson Rocha, destacou a importância de fortalecer o jornalismo regional e ampliar os espaços de diálogo sobre os desafios da comunicação na Amazônia. Em sua fala, ressaltou que o Sudeste do Pará desempenha um papel estratégico para a mineração brasileira e conta com profissionais que acompanham de perto essa realidade, produzindo um jornalismo qualificado e comprometido com a informação. Emerson também convidou os comunicadores da região a participarem da 13ª edição do Prêmio Simineral de Comunicação, reforçando que a iniciativa reconhece produções que contribuem para ampliar o conhecimento da sociedade sobre o setor mineral e estimular um debate cada vez mais responsável e fundamentado.
comunicação. Durante a apresentação, mostrou como a tecnologia vem transformando processos de produção de conteúdo, análise de dados e planejamento estratégico, destacando que a IA deve ser utilizada como uma ferramenta de apoio para ampliar a eficiência das equipes, sem substituir o pensamento crítico, a criatividade e o olhar humano, características indispensáveis ao exercício do jornalismo.
Na sequência, o jornalista, executivo e pesquisador em estratégia Ben-Hur Correia, da TV Globo, conduziu a palestra sobre o uso da inteligência artificial na comunicação. Durante a apresentação, mostrou como a tecnologia vem transformando processos de produção de conteúdo, análise de dados e planejamento estratégico, destacando que a IA deve ser utilizada como uma ferramenta de apoio para ampliar a eficiência das equipes, sem substituir o pensamento crítico, a criatividade e o olhar humano, características indispensáveis ao exercício do jornalismo.
Ao longo da palestra, Ben-Hur apresentou exemplos práticos da aplicação da inteligência artificial nas rotinas profissionais, demonstrando como a tecnologia pode otimizar fluxos de trabalho, apoiar a apuração de informações, personalizar conteúdos e fortalecer a tomada de decisões nas organizações
Encerrando a programação, a jornalista Layse Santos reforçou a importância de valorizar o jornalismo produzido na Amazônia. Em sua fala, destacou que comunicar a região exige responsabilidade, conhecimento do território e sensibilidade para retratar suas múltiplas realidades, evidenciando o papel dos profissionais que atuam diariamente para oferecer uma cobertura contextualizada sobre os desafios, as oportunidades e o desenvolvimento da Amazônia.
O Workshop de Comunicação Simineral reafirmou o compromisso da entidade com a valorização do jornalismo, a qualificação dos profissionais da comunicação e o fortalecimento do diálogo entre o setor mineral, a imprensa e a sociedade, promovendo discussões sobre inovação, novas tecnologias e os desafios da comunicação na Amazônia.
104
jornalistas
confirmados
100%
recomendariam
o evento
9
municípios
de origem
13ª
edição do Prêmio Simineral
de Comunicação lançada
50+
inserções de
imprensa mapeadas
100%
avaliaram a qualificação
técnica como Excelente
Fonte: Simineral — Relatório de Evento V Congresso Técnico Simineral, agosto de 2026.
Levantamento produzido pelo Simineral, com base em dados da ANM, do Comex
Stat/MDIC e do Novo CAGED/MTE, mostra avanços expressivos em exportações,
arrecadação de CFEM e geração de emprego formal no setor.
Exportações puxadas pelo cobre
As exportações minerais do Pará somaram US$ 8,7 bilhões no primeiro semestre de 2026, um crescimento de 23,5% em relação ao mesmo período de 2025 — incremento de aproximadamente US$ 1,7 bilhão, puxado principalmente pelo avanço de cerca de US$ 1,2 bilhão nas exportações de cobre. Os minerais responderam por 66,7% de tudo o que o estado exportou no período, três pontos percentuais a mais que no primeiro semestre de 2025.
O Pará também ampliou sua relevância nacional: 34,6% das exportações minerais brasileiras vieram do estado. No minério de ferro, o Pará ficou muito próximo de Minas Gerais — 43,1% ante 45,5% — e os dois estados responderam juntos por 88,6% das exportações brasileiras do minério. Já no cobre, o protagonismo paraense é quase absoluto: 99,77% de tudo o que o Brasil exportou do metal veio do Pará.
A China seguiu como principal destino, absorvendo 46,6% das exportações minerais paraenses (cerca de US$ 4 bilhões), seguida por Alemanha, Índia, Malásia e Polônia — que juntas com a China formam os cinco maiores mercados, representando 72,8% do total. Os 27,2% restantes se distribuíram entre 48 países.
Produção: bauxita, caulim e cobre lideram a participação nacional
O Pará seguiu concentrando parte relevante da produção mineral beneficiada do Brasil em 2025: 92,7% da bauxita nacional, 75,0% do caulim, 73,5% do cobre, 58,4% do manganês e 36,9% do minério de ferro. Na comparação entre 2024 e 2025, os destaques de crescimento na quantidade beneficiada foram o ouro (+87,7%), o níquel (+73,3%) e o cobre (+29,3%), enquanto o minério de ferro (-2,9%) e o caulim (-13,3%) recuaram.
Em valor, o conjunto das substâncias selecionadas somou R$ 103,6 bilhões em 2025. O minério de ferro seguiu como o principal item da pauta mineral paraense, com R$ 66,3 bilhões, mesmo com queda de 8,6% frente a 2024. Cobre (+41,6%) e ouro (+176,6%) tiveram os maiores saltos de valor, refletindo tanto o aumento de volume quanto a valorização dos preços internacionais desses metais.
CFEM: cobre puxa a arrecadação
mesmo período de 2025. O minério de ferro segue como a principal fonte de arrecadação, respondendo por 68,7% do total, mas registrou queda de 5,0% no período. Já o cobre foi o grande vetor de expansão, com salto de 45,8% na arrecadação, respondendo por 21,8% do total.
A CFEM (Compensação Financeira pela Exploração Mineral) arrecadada no Pará somou R$ 1,49 bilhão no primeiro semestre de 2026, alta de 3,5% frente ao mesmo período de 2025. O minério de ferro segue como a principal fonte de arrecadação, respondendo por 68,7% do total, mas registrou queda de 5,0% no período. Já o cobre foi o grande vetor de expansão, com salto de 45,8% na arrecadação, respondendo por 21,8% do total.
Canaã dos Carajás segue como o principal município arrecadador do estado, com R$ 660,4 milhões (44,2% da arrecadação estadual) e crescimento de 8,7% frente ao primeiro semestre de 2025. Parauapebas, segundo colocado, recuou 20,6% no período. Entre os destaques de crescimento estão Tucumã (+144,5%), Curionópolis (+114,9%) e Marabá (+28,9%).
Emprego formal em expansão
O setor mineral também gerou mais empregos formais no Pará. O saldo líquido de vagas na indústria extrativa mineral chegou a 963 no primeiro semestre de 2026 — 62,1% acima do saldo registrado no mesmo período de 2025 — impulsionado sobretudo pela extração de minerais metálicos (872 vagas líquidas).
Em junho de 2026, o estoque de vínculos formais na indústria extrativa mineral paraense chegou a 30,2 mil, o equivalente a 11,4% do estoque nacional. Os municípios com maior concentração de empregos formais do setor são Parauapebas (8.434 vínculos, 27,9% do total estadual), Canaã dos Carajás (5.744) e Marabá (4.153) — juntos, os três municípios concentram 60,6% do emprego formal mineral do Pará.
Os dados reforçam a trajetória de fortalecimento do setor mineral paraense observada ao longo de 2026, com crescimento nas exportações, na arrecadação e na geração de emprego — indicadores que, segundo o Simineral, devem ganhar ainda mais força com a maturação dos novos projetos de cobre, ouro e minerais estratégicos em desenvolvimento no estado.
“Os números do primeiro semestre confirmam que a mineração paraense segue em trajetória de crescimento consistente. Avançamos em exportações, em arrecadação de CFEM e, principalmente, na geração de empregos formais — o que mostra que esse resultado chega ao território e à vida das pessoas. É esse desempenho que sustenta o protagonismo do Pará na nova economia mineral brasileira.” – Emerson Rocha, Presidente Executivo do Simineral.
Fonte: Comex Stat/MDIC; ANM; Novo CAGED/MTE (2026). Elaboração: Simineral.
US$ 8,7 bi
exportações
minerais (+23,5%)
66,7%
participação dos minerais
nas exportações do Pará
R$ 1,49 bi
CFEM arrecadada
no Pará (+3,5%)
34,6%
participação do Pará
nas exportações
minerais do Brasil
963
saldo de empregos
formais (+62,1%)
92,7%
participação do Pará
na produção nacional
de bauxita
30,2 mil
estoque de vínculos
formais (11,4% do Brasil)
99,77%
participação do Pará
nas exportações
brasileiras de cobre
Fonte: Comex Stat/MDIC; ANM; Novo CAGED/MTE (2026). Elaboração: Simineral.
O Simineral conecta pessoas, ideias e caminhos para uma mineração mais consciente. Representando um dos setores mais estratégicos do Pará e do Brasil, o Sindicato atua como ponte entre empresas, poder público e sociedade, promovendo diálogo, reflexão e desenvolvimento.
O Simineral ON
O Simineral ON é o espaço onde a mineração ganha voz, imagem e profundidade. Uma plataforma multimídia que reúne conteúdos atualizados, projetos, dados e análises sobre o setor mineral no Pará.
Prêmio Simineral de Comunicação
O Prêmio Simineral de Comunicação valoriza quem ajuda a contar histórias com responsabilidade. Em 2026, chega à sua 13ª edição, reunindo jornalistas, veículos e comunicadores de todo o estado para fortalecer o debate público sobre mineração com ética, qualidade e compromisso com a informação.
Congressos Técnicos
Encontros que transformam conhecimento em ação, reunindo especialistas, empresas e lideranças. Um ambiente onde ideias se conectam para impulsionar uma mineração mais responsável e inovadora.
Carta Santarém
A Carta Santarém representa um novo capítulo para a mineração no Pará. Um pacto construído de forma coletiva entre empresas, governo, sociedade e instituições, que estabelece compromissos concretos com sustentabilidade, transparência e desenvolvimento territorial.
Workshop de Compras e Fornecedores
Uma iniciativa que aproxima a mineração da sua cadeia produtiva. Em parceria com a FIEPA, o Workshop de Compras e Fornecedores reúne empresas associadas e fornecedores locais para fortalecer relações comerciais, ampliar oportunidades de negócio e impulsionar o desenvolvimento econômico do Pará a partir do próprio setor mineral.
EVENTOS 2026
6
eventos
realizados
90+
instituições
participantes
50+
palestrantes no
V Congresso
Técnico
600+
pessoas
alcançadas
presencialmente
25+
empresas
participantes
10
patrocinadores
dos eventos
GOVERNO E TERRITÓRIO
170
agendas institucionais
no 1º semestre
50+
reuniões e ofícios
com o Governo
20+
órgãos públicos
com atuação direta
5
agendas
internacionais
6
participações em
eventos externos
IMPRENSA E CONTEÚDO
150+
matérias,
releases e artigos
na imprensa
30
veículos de imprensa
que noticiaram o
Simineral
3.624
visualizações
da Revista
Simineral ON
20+
entrevistas
concedidas
170
postagens
publicadas
no Instagram
2.215
acessos ao
Simineral ON
REDES SOCIAIS
525,6 mil
de alcance nas
redes sociais
15 mil
interações com
o conteúdo
7.131
usuários
ativos no site
+77,4%
de crescimento
de seguidores
871,6 mil
visualizações
nas redes sociais
16.408
visualizações de
página no site
PARCERIAS
25
novas
associadas
em 2026
10.296
sessões
registradas
no site
11,5 mil
visitas ao perfil
do Instagram
+50
parceiros
institucionais
5,6 mil
cliques no link
do Instagram
Empresas de mineração, fornecedores e prestadores de serviços do setor mineral e empresas que atuam de forma integrada à cadeia produtiva.
Se sua empresa atua no setor, esse espaço é seu.
Entre em contato pelo e-mail contato@simineral.org.br
O Relatório ESG 2026 — Retrato da Mineração na Amazônia materializa a Carta Santarém, um pacto construído coletivamente entre empresas do setor mineral, poder público e sociedade. É a primeira vez que se reúne, de forma sistemática, indicadores ambientais, sociais e de governança das principais operações minerárias que atuam na região amazônica.
A elaboração técnica do relatório foi conduzida pela Proactiva Results, consultoria independente especializada em ESG, responsável pela estruturação metodológica e pelo alinhamento a referências internacionais como o GRI Standards, os IFC Performance Standards, os ICMM Mining Principles, o GHG Protocol, o TCFD, o CEO Water Mandate, o GISTM e os Princípios Orientadores da ONU sobre Empresas e Direitos Humanos. As informações foram consolidadas a partir de dados reportados voluntariamente por 10 empresas associadas ao Simineral, complementados por bases públicas como ANM, IBGE, FAPESPA, SEMAS e SIGBM.
“A Carta Santarém é um ponto de partida. O que se apresenta aqui é a primeira leitura de um processo que deve se repetir e se aprofundar nos próximos ciclos.” – Anderson Baranov, Presidente do Conselho Diretor do Simineral.
“Iniciativas como o Relatório ESG Setorial do Simineral fortalecem a produção de informações qualificadas e ampliam o diálogo entre o setor produtivo, o poder público e a sociedade.” – Emerson Rocha, Presidente Executivo do Simineral.
Um retrato consolidado da mineração paraense
Em 2025, a produção mineral paraense superou 300 milhões de toneladas anuais, representando cerca de 27% da produção mineral brasileira em volume. O valor econômico dessa produção foi estimado em aproximadamente R$ 103 bilhões — cerca de 34,5% do faturamento mineral do Brasil. No mesmo período, a arrecadação de CFEM no Pará somou cerca de R$ 5,5 bilhões, ou aproximadamente 50% da arrecadação nacional do setor. Os investimentos sociais obrigatórios e voluntários das empresas associadas somaram R$ 2,0 bilhões em 2025.
Três pilares, uma linha de base setorial
O relatório organiza os indicadores em três pilares, cada um desdobrado em temas prioritários para a realidade amazônica:
Pilar Ambiental — licenciamento ambiental, áreas protegidas e biodiversidade, uso da água, clima e energia.
Pilar Social — saúde e segurança do trabalho, direitos humanos e princípios voluntários, diversidade, equidade e inclusão, investimento social e desenvolvimento territorial.
Pilar de Governança — gestão de barragens e resíduos industriais, preparação e resposta a emergências, governança ESG setorial.
Segundo o Simineral, este primeiro ciclo do relatório consolida uma linha de base técnica — comparável e auditável — para acompanhar, ano a ano, a evolução da maturidade ESG da mineração paraense. Os próximos ciclos devem se concentrar na consolidação operacional da governança ESG, na ampliação da rastreabilidade dos dados e no fortalecimento contínuo da transparência setorial.
Os primeiros resultados da Carta Santarém foram apresentados durante o V Congresso Técnico do Simineral, em Canaã dos Carajás, e também na COP 30, reforçando o protagonismo do Pará na agenda global de mineração responsável e transição energética.
R$ 2,0 bi
investimentos
sociais
obrigatórios
e voluntários
(2025)
34,5%
do faturamento
mineral do Brasil
vem do Pará
+300
MTPA
produção
mineral anual
do Pará — ≈27%
da produção
brasileira
R$ 3,1 bi
arrecadação de
CFEM no Pará
— ≈39% do total
nacional (2025)
R$ 103 bi
valor econômico
da produção
mineral do Pará
(2025)
10
empresas
associadas
que
reportaram
dados ao
relatório
Fonte: Simineral, Relatório ESG 2026 — Retrato da Mineração na Amazônia (ano-base 2025); ANM, IBRAM, FAPESPA.
Se, por muito tempo, o combate à extração ilegal de ouro e a organização dos garimpos e da mineração de pequena escala eram temas que recebiam pouca atenção, isso mudou. Durante o V Congresso Técnico do Simineral, realizado em Canaã dos Carajás, tivemos, em conjunto, entre a sociedade civil, o governo e o setor privado, uma reflexão sobre essa mudança, que tem sido positiva.
Desde a crise humanitária no território indígena Yanomami, provocada pela extração ilegal de ouro, e que ganhou repercussão nacional e internacional no início de 2023, algumas medidas concretas saíram do papel. A Receita Federal tornou obrigatória a emissão de notas fiscais eletrônicas para o ouro ativo financeiro, no qual se enquadra o ouro dos garimpos. Pouco tempo depois, o Supremo Tribunal Federal suspendeu a validade do mecanismo que presumia a legalidade do ouro e a boa-fé do comprador nas operações com ouro de garimpos. Duas medidas que coibiram drasticamente a dinâmica de receptação de ouro ilegal e de esquentamento do metal, permitindo que ele entrasse no mercado formal e, depois, fosse exportado.
Após essas medidas, a produção de ouro oficialmente registrada pelos garimpos caiu 81%. Em 2025, registraram-se 5,8 toneladas de ouro produzidas, enquanto, em 2022, antes da adoção das medidas, a produção foi de 30,8 toneladas. Estamos diante de uma diferença de 25 toneladas de ouro. Claro que esse ouro não simplesmente desapareceu. Parte sim, pois a extração ilegal ficou menos vantajosa e com menos acesso a capital. Parte continua sendo extraída ilegalmente e escoada como contrabando; é nela que devemos concentrar os esforços de fiscalização. Mas devemos ter clara a importância desse resultado:
o que ainda resta de ouro ilegal já não se mistura tão facilmente com o ouro legal, o que é fundamental para combatermos a concorrência desleal que o ouro ilícito provoca em todo o setor.
Agora, já com alguns controles, precisamos organizar o restante da casa. É preciso garantir que os garimpeiros e pequenos mineradores que atuam dentro da legalidade tenham os incentivos adequados para continuar nessa posição, como possibilidades claras de migração de regime, de acesso a mercados e de acesso a financiamentos. Também é preciso garantir que aqueles que ainda não atuam dentro da legalidade, mas que têm condições bem claras para tanto — ou seja, que não estão em zonas onde a mineração não é permitida — façam sua devida regularização, pois somente assim teremos condições de lhes dar os contornos de uma atividade responsável.
Em um segmento sempre tão marcado pela ilegalidade, precariedade e exclusão, precisamos virar a chave e agir de verdade para promover a responsabilidade, a profissionalização e o desenvolvimento territorial local e regional. O Pará deve ser o epicentro dessa transformação e pode guiar projetos de extração de ouro em pequena escala, organizados pelo cooperativismo, com assistência técnica, nascidos da responsabilidade socioambiental e com acompanhamento do Estado indutor. A agenda do ouro responsável é agora uma agenda positiva para o país, de transformação territorial com responsabilidade e dignidade.
Larissa Rodrigues
Diretora de Pesquisa do Instituto Escolhas
A Amazônia reúne algumas das maiores riquezas naturais do planeta. Biodiversidade, florestas, águas e recursos geológicos são diferentes expressões de um extraordinário patrimônio natural. Um território único, que nos desafia a superar a ideia de oposição entre desenvolvimento e natureza e a construir novas formas de gerar valor, preservando e potencializando seus benefícios para as gerações atuais e futuras.
Mas a Amazônia é, antes de tudo, um território de pessoas. De diferentes povos, culturas, histórias, conhecimentos e formas de compreender e se relacionar com a natureza. Pensar o desenvolvimento dessa região exige, portanto, envolver quem vive nela — ouvindo essas pessoas, reconhecendo seus saberes e ampliando sua participação nas decisões que impactam seus territórios.
É nesse contexto que a mineração tem uma oportunidade singular. O setor mineral vem avançando em segurança, responsabilidade e sustentabilidade. Mas os desafios do nosso tempo nos convidam a ir além: não apenas reduzir impactos, mas ampliar nossa capacidade de gerar valor para a natureza, para as pessoas e para o planeta.
É nessa perspectiva que ganha força o conceito de uma mineração nature positive. A mineração está possivelmente entre as atividades industriais que mais preservam áreas naturais em relação àquelas efetivamente ocupadas por suas operações. Na Amazônia, essa característica ganha uma dimensão ainda mais relevante.
Essas áreas podem ir além da preservação. Podem se tornar espaços de geração de conhecimento, ciência, inovação e valorização da biodiversidade. Tecnologia, inteligência artificial, sensoriamento e novas formas de monitoramento podem nos ajudar a conhecer ainda mais esse patrimônio, protegê-lo e transformar conhecimento em novas possibilidades de desenvolvimento.
Mas podemos avançar ainda mais: não olhar para a Amazônia apenas como um território que precisamos proteger, mas como um território com o qual precisamos aprender. Aprender com sua biodiversidade, seus povos e seus conhecimentos. Construir desenvolvimento com o território, e não simplesmente para o território. Porque não existe mineração regenerativa sem transformação social.
Isso significa gerar oportunidades, desenvolver capacidades locais, estimular educação, conhecimento e empreendedorismo, promover diversificação econômica e contribuir para territórios mais fortes, autônomos e resilientes. Significa reconhecer que não podemos pensar o desenvolvimento dos territórios sem as pessoas dos territórios — e que ouvi-las não basta: precisamos ampliar sua presença nas mesas onde as decisões são tomadas.
Essa transformação exige também uma indústria mineral cada vez mais equânime, inclusiva e plural. Diversidade não é uma agenda paralela à competitividade ou à inovação: é parte delas. Diferentes experiências, origens, gêneros, gerações e perspectivas ampliam nossa capacidade de compreender problemas complexos e construir melhores soluções.
É nesse movimento que o WIM Brasil atua: ampliando vozes, fortalecendo a participação das mulheres e contribuindo para uma mineração mais plural, inovadora e preparada para os desafios do nosso tempo.
A Amazônia nos oferece uma oportunidade extraordinária de demonstrar que competitividade, biodiversidade, desenvolvimento e transformação social podem caminhar juntos. Porque o que construímos em cada território não termina em seus limites. Transformar positivamente os territórios é também uma forma de transformar o planeta.
Patrícia Procópio
Presidente do WIM Brasil
O presidente executivo do Simineral, Emerson Rocha, participou da Feira Carajás Negócio, apresentando um panorama institucional do sindicato e os principais indicadores da mineração paraense no primeiro semestre de 2026 — incluindo exportações, arrecadação de CFEM, geração de emprego e os primeiros resultados da Carta Santarém. A participação reforça o compromisso do Simineral em levar dados técnicos e qualificados sobre o setor mineral a diferentes públicos e territórios do estado.
Entidade amplia sua presença nos grandes fóruns do setor mineral,
defendendo diálogo entre empresas, poder público e territórios.
O Sindicato das Indústrias Minerais do Estado do Pará (Simineral) marcou presença na EXPOSIBRAM 2026, um dos maiores e mais importantes eventos da mineração brasileira, realizado na Expominas BH, em Belo Horizonte. A participação reforçou o protagonismo do Pará nas grandes discussões nacionais sobre o presente e, principalmente, o futuro da atividade mineral no Brasil.
A presença do Simineral na EXPOSIBRAM ganha ainda mais relevância por ocorrer logo após o V Congresso Técnico promovido pela entidade em Canaã dos Carajás. Os dois eventos evidenciam a disposição do Sindicato em ampliar o diálogo sobre os desafios da mineração, aproximando empresas, poder público, instituições e sociedade.
Na EXPOSIBRAM 2026, o Simineral foi representado pelo presidente executivo, Emerson Rocha, que integrou o Talk Show 4, no Palco C, sobre “o papel da liderança no relacionamento entre órgãos públicos e as empresas de mineração”. O debate focou em um dos principais desafios da mineração contemporânea: a construção de relações institucionais sólidas, transparentes e permanentes entre o setor produtivo, o poder público e os diferentes atores dos territórios.
“O Pará é hoje um dos principais protagonistas da mineração brasileira. Defendemos que uma liderança responsável precisa estar aberta ao diálogo com os territórios e com o poder público. É esse compromisso de escuta, transparência e construção conjunta que transforma a riqueza mineral em desenvolvimento para a sociedade paraense.” – Anderson Baranov, Presidente do Conselho Diretor do Simineral
“A presença do Simineral na EXPOSIBRAM 2026 refletiu o compromisso do setor mineral paraense com um diálogo institucional cada vez mais qualificado. O Pará tem papel estratégico na mineração brasileira, e é fundamental que essa relevância se traduza em protagonismo também nos espaços de debate nacional.” – Emerson Rocha, Presidente Executivo do Simineral
Considerada um dos principais encontros da mineração no Brasil, a EXPOSIBRAM 2026 reuniu representantes de mineradoras, fornecedores, especialistas, autoridades, executivos e lideranças para discutir tendências, desafios, investimentos e oportunidades da indústria mineral. Do congresso em Canaã à EXPOSIBRAM, em Belo Horizonte, o Simineral fortalece sua presença institucional e reafirma uma mensagem: pela dimensão de suas reservas, operações e investimentos, o Pará não pode ser apenas protagonista na produção mineral — precisa também ser protagonista na construção do futuro da mineração brasileira.
Reconhecimento
Durante a passagem por Belo Horizonte, o presidente do Conselho Diretor do Simineral, Anderson Baranov, recebeu homenagem do IBRAM pelo período de atuação como conselheiro e pela contribuição à frente do Simineral. A homenagem contou com a presença de Ana Sanches, presidente do Conselho Diretor do IBRAM, e Pablo Cesário, diretor-presidente interino do IBRAM, em reconhecimento à trajetória de liderança e à representatividade institucional do setor mineral paraense.
O Simineral segue fortalecendo seu quadro de associadas com a chegada de três novas empresas: Ferrous Technology Mineração Ltda. (FERTEC), U&M Mineração e Construção S.A. e Armada.
A FERTEC passa a integrar o quadro de associadas do Simineral. A ampliação reforça o compromisso da entidade em reunir empresas que compartilham o propósito de fortalecer a mineração no Pará por meio do diálogo, da cooperação e da atuação institucional.
Já a U&M Mineração e Construção S.A. chega ao Simineral com sólida atuação em mineração, construção e soluções integradas para grandes operações, fortalecendo a rede de associadas e contribuindo para o desenvolvimento de um setor mineral cada vez mais competitivo, inovador e sustentável.
CA Armada chega ao Simineral como uma empresa de infraestrutura de computação de borda (edge computing) e inteligência artificial, com data centers modulares e conectividade via satélite voltados a operações em ambientes remotos e de conectividade limitada — como sítios de mineração, energia e logística. Sua entrada amplia a presença de fornecedores de tecnologia no quadro de associadas, reforçando a agenda de inovação e digitalização da mineração paraense.
As empresas que integram a cadeia produtiva do setor mineral também podem fazer parte do Simineral, ampliando oportunidades de relacionamento, representação institucional e desenvolvimento conjunto.
O Simineral confirmou sua inscrição no Prêmio Aberje de Comunicação, uma das mais tradicionais premiações do setor no país, com o case do Simineral ON, a plataforma multimídia de conteúdo institucional da entidade.
A entidade também se inscreveu com o case do Prêmio Simineral de Comunicação, iniciativa que reconhece jornalistas, veículos e comunicadores que produzem conteúdo qualificado sobre o setor mineral no Pará.
Além do Aberje, o Simineral concorre ao Prêmio CNI, por meio do Sistema FIEPA, reforçando o reconhecimento nacional do trabalho de comunicação institucional desenvolvido pela entidade ao longo de 2026.
O Simineral celebra a trajetória de seus representantes na 3ª edição do Prêmio MINA, que reconhece profissionais e iniciativas comprometidos com o fortalecimento da mineração e com a construção de um setor cada vez mais diverso, inclusivo e inovador. Chegaram à final da premiação Emerson Rocha, presidente executivo do Simineral; Aldo Lenzi, diretor do Simineral; e Jovana Ramos, coordenadora de Comunicação e Assuntos Institucionais, resultado que reflete o compromisso pessoal de cada um com a equidade de gênero e com a valorização dos profissionais que sustentam a rotina institucional do setor mineral paraense.
Nossos finalistas:
Emerson Rocha — Homem Aliado na Busca pela Equidade de Gênero
Aldo Lenzi — Homem Aliado na Busca pela Equidade de Gênero
Jovana Ramos — Mulher no Backoffice
Chegar à final entre os nomes mais votados e avaliados do setor já é, por si só, um reconhecimento do trabalho construído ao longo dos últimos anos, e reforça o compromisso do Simineral com uma mineração mais equânime, plural e representativa em todas as suas frentes de atuação.
A quinta edição do Congresso Técnico do Simineral consolidou-se como o maior evento do setor mineral já realizado na região, reunindo mais de 250 participantes em torno de debates sobre desenvolvimento local, ouro responsável, licenciamento e minerais críticos e estratégicos. O evento reforçou o compromisso do Simineral com uma mineração cada vez mais competitiva, responsável e alinhada ao legado que a Amazônia paraense merece.
Mais do que um encontro técnico, o Congresso confirma-se como espaço permanente de articulação entre empresas, poder público, academia e ociedade civil, um compromisso que se estende ao Workshop de Comunicação, à ampliação do quadro de associadas e à presença institucional do Simineral em diferentes territórios e fóruns, da Feira Carajás Negócio à EXPOSIBRAM 2026.
Os números do primeiro semestre de 2026 confirmam essa trajetória: crescimento nas exportações, na arrecadação de CFEM e na geração de empregos formais no setor mineral paraense. O Simineral segue comprometido em transformar esses indicadores em desenvolvimento concreto para os territórios da Amazônia.

REALIZAÇÃO

APOIO INSTITUCIONAL





PATROCINADORES DO CONGRESSO TÉCNICO









