O mundo vive uma profunda transformação impulsionada pela transição energética, pela digitalização da economia e pela busca por soluções capazes de atender aos desafios climáticos globais. Nesse cenário, os minerais críticos e estratégicos assumem papel cada vez mais relevante para o desenvolvimento de tecnologias que sustentam a mobilidade elétrica, a geração de energia renovável, os sistemas de armazenamento energético e a infraestrutura digital.
O Brasil possui uma posição privilegiada nessa nova dinâmica econômica e geopolítica. E o Pará ocupa lugar de destaque nesse contexto. Líder nacional na produção mineral e na arrecadação da Compensação Financeira pela Exploração Mineral (CFEM), o estado reúne potencial geológico, capacidade produtiva, infraestrutura e projetos capazes de contribuir diretamente para as cadeias globais da nova economia.
Mais do que fornecer matérias-primas essenciais, a mineração paraense gera emprego, renda, arrecadação e oportunidades para milhares de famílias, fortalecendo o desenvolvimento regional e ampliando a competitividade brasileira no mercado internacional.
Nesta edição do Simineral ON, apresentamos uma análise sobre a crescente demanda mundial por minerais estratégicos, os desafios e oportunidades para o Brasil e o protagonismo do Pará diante de uma agenda que conecta desenvolvimento, inovação e sustentabilidade.
Boa leitura!
Anderson Baranov
Presidente do Conselho
Diretor do Simineral
A crescente demanda mundial por tecnologias de baixo carbono está redefinindo a importância dos recursos minerais para o desenvolvimento econômico global. Minerais como cobre, níquel, manganês, alumínio, ferro e terras raras passaram a ocupar posição estratégica nas políticas industriais, energéticas e geopolíticas de diversas nações.
Esses recursos são fundamentais para a fabricação de veículos elétricos, baterias, painéis solares, turbinas eólicas, sistemas de armazenamento de energia, equipamentos eletrônicos, semicondutores e infraestrutura de transmissão elétrica. À medida que países ampliam seus compromissos com a redução das emissões de carbono e a expansão das energias renováveis, cresce também a necessidade de garantir o fornecimento seguro e sustentável desses minerais.
Segundo a Agência Internacional de Energia (IEA), a demanda por minerais críticos deverá crescer de forma significativa nas próximas décadas, impulsionada pela expansão das energias renováveis, da mobilidade elétrica, das redes de transmissão e dos sistemas de armazenamento de energia. Nesse contexto, minerais como cobre, níquel, lítio, grafite e terras raras assumem papel cada vez mais estratégico para a segurança energética e para a competitividade industrial das nações.
Dessa forma, o Brasil emerge como um dos principais protagonistas da nova economia mineral. Detentor de uma das maiores diversidades geológicas do mundo, o país reúne reservas capazes de contribuir de forma decisiva para as cadeias globais de suprimento de minerais estratégicos.
E o Pará ocupa papel central nessa transformação
Líder nacional na produção mineral e na arrecadação da Compensação Financeira pela Exploração Mineral (CFEM), o estado reúne algumas das mais importantes reservas minerais do planeta. O território paraense concentra operações relevantes de minério de ferro, cobre, bauxita, manganês, níquel e ouro, além de projetos voltados para minerais considerados estratégicos para a transição energética e para a economia de baixo carbono.
A relevância do Pará vai além da produção mineral. O estado também se destaca pelos resultados econômicos gerados pelo setor. Entre janeiro e maio de 2026, a arrecadação de CFEM alcançou aproximadamente R$ 1,26 bilhão, representando cerca de 39,62% da arrecadação nacional. Em 2025, a arrecadação da compensação mineral superou R$ 3,08 bilhões, reforçando a importância da atividade para o desenvolvimento econômico e social paraense.
de R$ 27,4 bilhões, contribuindo para a geração de empregos, arrecadação tributária e fortalecimento das cadeias produtivas regionais.
O protagonismo mineral do estado também se reflete no desempenho da indústria. Dados do Instituto Brasileiro de Mineração (IBRAM) apontam que o Pará respondeu por aproximadamente 35% do faturamento mineral brasileiro no primeiro trimestre de 2026. No período, o setor mineral paraense movimentou cerca de R$ 27,4 bilhões, contribuindo para a geração de empregos, arrecadação tributária e fortalecimento das cadeias produtivas regionais.
Municípios como Canaã dos Carajás, Parauapebas, Marabá, Barcarena e Oriximiná consolidam-se como importantes polos de desenvolvimento econômico impulsionados pela mineração. Nessas regiões, a atividade mineral contribui para a ampliação da infraestrutura, dinamização dos serviços, fortalecimento do comércio e geração de oportunidades para milhares de famílias.
Além da produção atual, o Pará também reúne perspectivas relevantes para o futuro. Estudos sobre novos empreendimentos indicam dezenas de projetos em desenvolvimento no estado, envolvendo principalmente cobre, ouro, níquel e outros minerais estratégicos. Juntos, esses investimentos representam bilhões de reais em aportes previstos, ampliando a capacidade produtiva do estado e fortalecendo sua posição nas cadeias globais ligadas à transição energética.
O cenário internacional reforça ainda mais essa oportunidade. Governos, empresas e organismos multilaterais têm ampliado investimentos voltados à segurança mineral, reconhecendo que o acesso a minerais estratégicos será determinante para o avanço das energias renováveis, da mobilidade elétrica, da digitalização e da inovação tecnológica.
Nesse contexto, o Pará reúne vantagens competitivas que o posicionam como um dos principais territórios minerais do mundo. Potencial geológico, capacidade produtiva, infraestrutura logística, experiência operacional e novos projetos colocam o estado em posição privilegiada para contribuir com as transformações econômicas e energéticas em curso.
Ao mesmo tempo, o fortalecimento dessa agenda exige avanços permanentes em competitividade, segurança jurídica, infraestrutura, qualificação profissional, inovação tecnológica e eficiência dos processos de licenciamento. A construção de um ambiente favorável aos investimentos será fundamental para ampliar a capacidade de geração de valor e desenvolvimento regional.
Mais do que fornecer matérias-primas essenciais para a nova economia global, a mineração paraense tem potencial para fortalecer cadeias produtivas, estimular a industrialização, ampliar oportunidades de emprego e contribuir para o desenvolvimento sustentável da Amazônia.
Diante das transformações que moldam o futuro da economia mundial, o Pará consolida-se como um território estratégico para a mineração do século XXI, reunindo condições para exercer papel cada vez mais relevante no fornecimento dos minerais que sustentam a transição energética, a inovação tecnológica e o desenvolvimento global.


A transição energética recolocou o cobre, o níquel e outros minerais críticos no centro da agenda global, e o Pará ocupa uma posição privilegiada nesse mapa. Segundo o Instituto Brasileiro de Mineração (IBRAM), o estado responde por cerca de 35% do faturamento mineral do país, atrás apenas de Minas Gerais, e concentra parte relevante dos novos investimentos. O Programa Novo Carajás, anunciado pela Vale, prevê R$ 70 bilhões até 2030 e uma expansão considerável na produção de cobre da região. O relatório “Minerais Críticos e Estratégicos no Brasil”, publicado pelo IBRAM em 2025, informa que a Vale projeta crescer de 280 mil toneladas de cobre para 450 mil em 2030 e cerca de 600 mil em 2035. Olhando adiante, a Agência Internacional de Energia projeta um crescimento expressivo da demanda por esses minerais até 2040, no caso do cobre, algo próximo de 30%.
Esse novo ciclo de investimentos vem acompanhado de uma cobrança por decisões mais rápidas e mais bem fundamentadas , e é justamente aí que a inteligência artificial vem ganhando espaço na mineração. Do mapeamento exploratório à otimização de plantas de beneficiamento, passando pela gestão de riscos ambientais, empresas e centros de pesquisa no mundo todo têm testado modelos capazes de lidar com o volume crescente de dados do setor. É nesse movimento que se inserem soluções como o ReMining AI, desenvolvido pela Tetra Tech, que reúne agentes de inteligência artificial e conhecimento técnico para apoiar a priorização de ativos minerais.
O ponto de partida é um problema bem conhecido de quem avalia projetos. Relatórios de sondagem, estudos de viabilidade, laudos ambientais e resultados de laboratório quase nunca estão reunidos no mesmo lugar: são documentos de épocas e formatos diferentes, com graus de confiabilidade que variam bastante. Sem um critério consistente para compará-los, boa parte da análise ainda é feita manualmente, o que consome tempo e abre espaço para inconsistências.
A ideia, no caso do ReMining AI, é distribuir esse trabalho entre agentes especializados. Enquanto um deles organiza e interpreta a documentação técnica, outros se ocupam de estimar teor, tonelagem e confiabilidade do recurso, calcular indicadores econômicos como VPL e payback ou avaliar aspectos metalúrgicos, ambientais e regulatórios. O resultado é reunido no RMOS (ReMining Opportunity Score), um índice que não se limita a atribuir uma nota: ele mostra os fatores por trás dela, aponta as lacunas de dados e sugere os próximos passos, deixando a palavra final com as equipes técnicas.
Há ainda um ângulo de sustentabilidade que costuma passar despercebido. Como os minérios de cobre têm teores baixos, a maior parte da massa processada acaba se transformando em rejeito, que se acumula em barragens e é tratado, quase sempre, como passivo. Parte desse material, no entanto, pode ter valor. Estudos apresentados na ABM Week, por exemplo, indicam que o rejeito da flotação de cobre no Salobo contém algo entre 15% e 20% de magnetita, passível de recuperação para uso na siderurgia de menor emissão de carbono. É nesse tipo de avaliação que ferramentas de priorização podem contribuir: ajudam a identificar onde o reprocessamento se justifica do ponto de vista técnico e econômico, transformando parte do passivo em oportunidade de circularidade.
Esse tipo de abordagem também muda a forma de gerir portfólios. Quando o preço de um mineral crítico oscila, ou quando um novo passivo ambiental entra na conta, é possível recalcular com rapidez quais projetos seguem viáveis e quais pedem uma segunda análise, um exercício que, feito da maneira tradicional, costuma consumir semanas de modelagem.
Em um estado como o Pará, onde a diversidade de ativos e a complexidade do licenciamento elevam as exigências técnicas, ganhar tempo faz diferença. Vale lembrar, porém, que nenhuma dessas ferramentas substitui o julgamento de geólogos, engenheiros e analistas. Na melhor das hipóteses, elas tiram das equipes o trabalho repetitivo e devolvem o tempo que de fato importa: o de interpretar os dados e decidir. A inteligência artificial aplicada à mineração ainda está amadurecendo, e o ReMining AI é um entre os vários caminhos que vêm sendo explorados nessa direção.
Tetra Tech
A Tetra Tech é líder nas áreas de água, meio ambiente e infraestrutura sustentável no mercado global e foca na apresentação de soluções claras para problemas complexos ao adotar a abordagem *Leading with Science®* (Liderando com a Ciência) em projetos sustentáveis e resilientes.
Wesley Mota Araujo
Líder técnico na Tetra Tech, onde conduz o desenvolvimento do ReMining AI atua no desenvolvimento de tecnologias aplicadas à mineração, geotecnia e meio ambiente que envolvem engenharia de software, computação em nuvem e inteligência artificial.
O Pará ocupa hoje um lugar decisivo na agenda global da transição energética. Com reservas minerais essenciais para tecnologias de baixo carbono, o estado desponta como protagonista de uma mineração estratégica, capaz de impulsionar o desenvolvimento sustentável em escala global. Mas essa transformação não se sustenta apenas em recursos naturais: exige diversidade de talentos, inclusão e representatividade.
Nesse cenário, a presença feminina no setor ganha centralidade. Segundo a edição 2025 do Relatório de Indicadores da Women in Mining Brasil (WIM Brasil), as mulheres já representam 22% da força de trabalho na mineração brasileira. O número é animador, sobretudo quando comparado à média global, estimada entre 8% e 17% (Pesquisa Global McKinsey, 2024). Ainda assim, é preciso reconhecer que há um caminho longo pela frente, especialmente nos cargos de liderança e de tomada de decisão, onde a presença feminina segue tímida
O desafio fica ainda mais claro quando lembramos que as mulheres são maioria na população brasileira: 51,5%, segundo o IBGE. Mesmo assim, continuam sub-representadas em setores estratégicos como o mineral. Essa disparidade é mais que uma questão de equidade! Ela representa uma perda real de potencial para a inovação, para soluções mais sustentáveis e para o fortalecimento da governança do setor.
A mineração contemporânea pede uma abordagem integrada, que combine eficiência operacional, responsabilidade socioambiental e relacionamento genuíno com as comunidades. Diversidade, nesse contexto, deixa de ser apenas um valor e se torna um diferencial competitivo. Não por acaso, ambientes mais diversos tendem a ser mais inovadores, mais resilientes e mais preparados para lidar com a complexidade da transição energética
políticas estruturadas de inclusão, formação de lideranças e retenção de talentos, principalmente nas áreas técnicas, para que essa presença seja não só crescente, mas duradoura.
As mulheres têm ocupado espaços cada vez mais variados, das operações técnicas às posições estratégicas em sustentabilidade, governança e relações institucionais. Mas os dados da WIM Brasil também deixam um recado: é preciso investir em políticas estruturadas de inclusão, formação de lideranças e retenção de talentos, principalmente nas áreas técnicas, para que essa presença seja não só crescente, mas duradoura.
Falo desse tema também a partir da minha própria história. Mineira de nascimento, mas paraense de coração, tive a honra de receber o título de cidadã honorária de Santarém, uma cidade que me ensinou sobre pertencimento e compromisso com o desenvolvimento local. Essa experiência reforça algo em que acredito profundamente: a mineração estratégica precisa ser construída com as pessoas e para as pessoas.
A coluna Mineração por Elas nasce desse movimento de dar visibilidade às mulheres que, todos os dias, ajudam a transformar o setor mineral. Trata-se de ocuparmos um espaço que é nosso (a mineração!), de influenciar agendas e de construir uma mineração mais sustentável, inovadora e inclusiva.
O Pará tem o potencial mineral. E tem também a oportunidade de liderar uma agenda de diversidade à altura dos desafios globais. Afinal, a transição energética será tão forte quanto a pluralidade de vozes que a constroem e as mulheres são protagonistas indispensáveis dessa jornada. Vamos juntos ecoar vozes femininas e diversas!?

Karen Gatti
Atua de forma voluntária como diretora de comunicação da Women in Mining Brasil, uma associação que tem como objetivo ampliar e fortalecer a presença feminina no setor mineral.
SIMINERAL EM DESTAQUE
O Simineral e o IBRAM marcaram presença na FIPA com a Casa da Mineração, espaço voltado ao diálogo sobre o papel da mineração no desenvolvimento do Pará e da Amazônia.
Durante a programação, o presidente do Conselho Diretor do Simineral, Anderson Baranov, recebeu autoridades, lideranças empresariais e representantes do setor mineral.
A programação contou com ativações interativas, incluindo um quiz educativo que registrou mais de 400 participações.

Hygor Palheta na Casa da Mineração
O influenciador paraense visitou a Casa da Mineração durante a FIPA 2026, participou das ativações interativas e mostrou ao público como a mineração está presente no cotidiano e no desenvolvimento do Pará.
O Simineral lançou a 13ª edição do Prêmio Simineral de Comunicação com o tema:
"Minerais Estratégicos: o protagonismo do Pará na nova economia global".
A cerimônia reuniu representantes das associadas, autoridades, jornalistas e profissionais da comunicação.

SOBRE O LANÇAMENTO DO PRÊMIO
SIMINERAL 2026
Promovido pelo Simineral e pela MRN em Santarém, o Encontro de Comunicadores do Oeste do Pará reuniu jornalistas e especialistas para debater tendências, inovação e os desafios da comunicação contemporânea.
"Durante o evento, foi realizado o lançamento regional do Prêmio Simineral de Comunicação 2026.


Representado pelo presidente executivo Emerson Rocha, o Simineral integrou a Missão Internacional ABCN + IRIS na China
CICT e a um dos maiores complexos de armazenamento de energia do mundo.
A agenda incluiu reuniões com a Vale, encontros com representantes do governo brasileiro, visitas à FiberHome, CICT e a um dos maiores complexos de armazenamento de energia do mundo.
As discussões abordaram temas relacionados à industrialização, minerais críticos, geopolítica, inovação tecnológica e oportunidades para a mineração brasileira.
Representado pelo diretor Frederico Baião, o Simineral participou do lançamento oficial da Exposibram 2027
A confirmação de Belém como sede do principal evento da mineração brasileira reforça o protagonismo do Pará no cenário mineral nacional e amplia oportunidades de negócios, inovação e intercâmbio de conhecimento.


O Simineral segue fortalecendo sua representatividade institucional com a chegada de três novas associadas: Cabral Gold, Athias Soriano e Grandbel Soluções Ambientais.
A Cabral Gold atua na pesquisa e no desenvolvimento de projetos de mineração de ouro na região do Tapajós, contribuindo para o avanço da atividade mineral no Pará.
O Athias Soriano é um escritório de advocacia com ampla experiência nas áreas mineral, ambiental, tributária, regulatória e empresarial, prestando assessoria a importantes projetos na Amazônia.
A Grandbel Soluções Ambientais é especializada em consultoria e gestão ambiental, oferecendo soluções técnicas para apoiar o desenvolvimento sustentável de empreendimentos.
A chegada das novas associadas amplia a diversidade de segmentos representados pelo Simineral e reforça o compromisso da entidade em reunir empresas e organizações que contribuem para o fortalecimento da mineração e da cadeia produtiva mineral no Pará.

Concurso cultural aproxima
mineração e sociedade
A crescente demanda por minerais estratégicos coloca o Pará em posição de destaque no cenário internacional. Com potencial geológico, capacidade produtiva, investimentos e compromisso com o desenvolvimento regional, o estado reúne condições para contribuir de forma significativa com a nova economia global.
Mais do que fornecer recursos essenciais para a transição energética, a mineração paraense segue gerando oportunidades, fortalecendo cadeias produtivas e impulsionando o desenvolvimento sustentável da Amazônia
Desse modo, o diálogo entre empresas, poder público, academia e sociedade torna-se cada vez mais importante para a construção de soluções que fortaleçam a competitividade do setor e ampliem seus benefícios para o desenvolvimento regional.
Como parte dessa agenda, o Simineral promoverá, nos dias 5 e 6 de agosto, em Canaã dos Carajás, o V Congresso Técnico da Mineração do Pará, reunindo especialistas, autoridades, representantes do setor produtivo e instituições para debater os desafios e oportunidades da mineração na região. O evento dará continuidade às discussões sobre desenvolvimento, sustentabilidade, inovação, competitividade e o papel estratégico dos minerais para o futuro da Amazônia e do Brasil.
As mulheres têm ocupado espaços cada vez mais variados, das operações técnicas às posições estratégicas em sustentabilidade, governança e relações institucionais. Mas os dados da WIM Brasil também deixam um recado: é preciso investir em políticas estruturadas de inclusão, formação de lideranças e retenção de talentos, principalmente nas áreas técnicas, para que essa presença seja não só crescente, mas duradoura.
Ao longo do segundo semestre, outras iniciativas também reforçarão esse compromisso, incluindo novas edições dos Congressos Técnicos, ações voltadas ao fortalecimento da comunicação setorial, a preparação para a Exposibram 2027 em Belém e debates relacionados à agenda global de desenvolvimento sustentável.